.
"Puxa a cadeira, senta, e conversa com o velho amigo".
15.6.12
15.4.12
14.4.12
Prazer já!
O presente não é de grego
Se dá amnésia no passado
O pra sempre é apenas enquanto
E o futuro? Vai bem, obrigado.
Cinco flores, quarenta segredos
Dez vestidos descartados
Não me lembro de todos os teus medos
Mas eu quero você ao meu lado.
Trouxe fila pro apartamento
Deu diamante não lapidado
Esta história que hoje lamento
É de amor não presenteado.
Gerson Guerra e Glauco Neto
Se dá amnésia no passado
O pra sempre é apenas enquanto
E o futuro? Vai bem, obrigado.
Cinco flores, quarenta segredos
Dez vestidos descartados
Não me lembro de todos os teus medos
Mas eu quero você ao meu lado.
Trouxe fila pro apartamento
Deu diamante não lapidado
Esta história que hoje lamento
É de amor não presenteado.
Gerson Guerra e Glauco Neto
Pormenor
Há ainda um pormenor nas coisas mínimas
E uma grandeza maior na pequeneza dos atos mínimos
Que me emocionam e provocam o menor sentimento
Aquele provavelmente nem sentido, escondido pela momentaneidade
E por ser assim, raro, se torna esplendoroso, quando encontrado.
(Gabriel Mayer)
E uma grandeza maior na pequeneza dos atos mínimos
Que me emocionam e provocam o menor sentimento
Aquele provavelmente nem sentido, escondido pela momentaneidade
E por ser assim, raro, se torna esplendoroso, quando encontrado.
(Gabriel Mayer)
Balada dos casais
Os casais são tão iguais,
por isto se casam
e anunciam nos jornais.
Os casais são tão iguais,
por isto se beijam
fazem filhos, se separam
prometendo
não se casarem jamais.
Os casais são tão iguais,
que além de trocar fraldas,
tirar fotos, acabam se tornando
avós e pais.
Os casais são tão iguais,
que se amam e se insultam
e se matam na realidade
e nos filmes policiais.
Os casais são tão iguais,
que embora jurem um ao outro
amor eterno
sempre querem mais.
Affonso Romano de Sant'anna
30.3.12
Entendi tudo
Minha inspiração vem no fim do mês.
Assim como vem o pousar do dia.
Assim como vem o vermelho do mês.
Só meios
Sem devaneios certeiros.
Sem ego, sem cheio.
Sem queira ou não queira.
Sem aperto de mão.
Só olhar no olhar.
Só querer sem saber.
Sem crer para entender
Sem olhar para crer.
Sem inferno, sem erro.
Só pecado no meio.
Só pecado com cheiro.
Com sabor, só amor
Todo amor que guardei pra você.
Sem começo, sem fim.
Sem ego, sem cheio.
Sem queira ou não queira.
Sem aperto de mão.
Só olhar no olhar.
Só querer sem saber.
Sem crer para entender
Sem olhar para crer.
Sem inferno, sem erro.
Só pecado no meio.
Só pecado com cheiro.
Com sabor, só amor
Todo amor que guardei pra você.
Sem começo, sem fim.
Quem?!
Quem me dera estampar o riso.
Quem me dera decolar a chama.
Quem me dera esquentar a cama.
Quem me dera degolar a lama.
Quem me dera dar nada mais do que apenas sou.
Quem me dera ser você e eu, juntos, num verso em prosa.
Sem cálice. Sem freio. Só meios.
Quem me dera decolar a chama.
Quem me dera esquentar a cama.
Quem me dera degolar a lama.
Quem me dera dar nada mais do que apenas sou.
Quem me dera ser você e eu, juntos, num verso em prosa.
Sem cálice. Sem freio. Só meios.
Ah, Maria!
Maria, onde estão tuas forças?
Maria, afasta de ti tua forca.
Maria, quem ria?
Maria, não chores.
Não dessabore.
Que a vida tem sabor, meu amor.
Que a vida quer teu calor, Maria!
Agora não rias.
Apenas venha que eu te pego a mão.
Maria, afasta de ti tua forca.
Maria, quem ria?
Maria, não chores.
Não dessabore.
Que a vida tem sabor, meu amor.
Que a vida quer teu calor, Maria!
Agora não rias.
Apenas venha que eu te pego a mão.
...
O silêncio da cama.
O silêncio da alma.
O silêncio dos corpos.
O silêncio sem calma.
O vazio do peito.
O vazio da noite.
O vazio da chama.
O silêncio vazio.
O silêncio do dia.
O silêncio no drama.
O silêncio sem chama.
O silêncio do verso.
O silêncio. O silêncio.
O silêncio da alma.
O silêncio dos corpos.
O silêncio sem calma.
O vazio do peito.
O vazio da noite.
O vazio da chama.
O silêncio vazio.
O silêncio do dia.
O silêncio no drama.
O silêncio sem chama.
O silêncio do verso.
O silêncio. O silêncio.
22.12.11
Ahh, a poesia...
"A linguagem é uma pele: esfrego minha linguagem no outro.
É como se eu tivesse palavras ao invés de dedos, ou dedos na ponta das palavras."
(Roland Barthes)
......................................................
"A mocinha me tentando com seu parado de águas; a boniteza dela esteve em minhas carnes".
(Guimarães Rosa)
......................................................
"As paixões são com ventanias que enfurnam as velas dos navios, fazendo-os navegar; outras vezes podem fazê-los naufragar, mas se não fossem elas, não haveriam viagens nem aventuras nem novas descobertas."
(Voltaire)
Assinar:
Postagens (Atom)





